| Natural de Salvador-BA, começou a se interessar pelo saxofone aos 14 anos.
Autodidata, aprendeu sozinho a ler música, além da técnica do instrumento, em pesquisas no material disponível na época.(Métodos: Amadeu Russo, Klosé, etc)
Aos 16 anos ingressou na Banda Sinfônica da Universidade Federal da Bahia, dirigida pelo maestro alemão Horst Schwebel, onde desenvolveu a prática da leitura à primeira vista e prática de conjunto na música erudita.
Paralelamente, trabalhava como músico popular em diversas formações, desde bandas, quartetos de jazz, gravações de discos, além de grupos de música de câmara, como o Quarteto de Saxofones da Bahia. Com esse quarteto, realizou estréias de composições do renomado maestro baiano Lindembergue Cardoso.
Gravou diversos discos da chamada música baiana ou Axé Music, destacando-se o da Banda Ara Ketu (Bom Demais), de grande sucesso nacional e internacional.
Frequentou por três anos o Festival De Inverno De Campos Do Jordão, como bolsista integrante da Banda Sinfônica, sob a direção dos maestros Roberto Farias e Eduardo Beltrami. Na mesma ocasião, conheceu o professor Dilson Florêncio(Primeiro prêmio de saxofone do Conservatório Superior de Música de Paris) e aceitou o convite para prestar o vestibular na Universidade Federal de Minas Gerais, no Bacharelado em Saxofone, transferindo-se para Belo Horizonte.
Na capital mineira, trabalhou como professor na Pro Music escola de música e participou de diversos grupos de música popular e erudita.
Tocou como músico contratado na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, além de atuar como solista da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal De Minas Gerais e da Gerais Big Band, nesta última sob a direção do saudoso professor Paulo Lacerda.
Na música popular, participou de gravações e shows com Omeriah, Paulinho Pedra Azul, Juarez Maciel, entre outros.
Tocou durante dez anos na Banda Jota Quest, com a qual gravou os CDs Oxigênio, Discotecagem Pop Variada, MTV ao Vivo e Ao Vivo no Claro Hall (RJ), além de assinar arranjos de sopros de músicas de sucesso como "Só Hoje".
Tranferiu-se para São Paulo em 2005, onde continua trabalhando como músico de estúdio, arranjador e professor na New Jazz Escola de Música.
Na capital paulista tocou com a Banda Black Rio, grupo Arruda Brasil,Gueto Jam, entre outros.
É fundador da Banda Efeito Preto, onde desenvolve um trabalho como arranjador e instrumentista, numa fusão da Black music norte americana com o balanço da música brasileira, ao lado do trompetista cubano Jorge Ceruto.
Endorser da marca Weril, atua exclusivamente com os saxofones fabricados por esta empresa em gravações e performances ao vivo.
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